Civilização da Máquina



Envolve o Vale do Itajai e o Norte-Nordeste Catarinense com sua alma de origem alemã. Da cidade dos Príncipes, Joinville, três nomes da “: velha guarda” podem ser destacados: Adolfo Bernardo Schneider começou a escrever em 1950, dando preferência às coisas e fatos de qualquer forma ligados ao passado de sua terra; Carlos Ficker com sua História de Joinville - Crônica da colônia Dona Francisca; e Augusto Silvio Prodöhl, romancista – O Engenheiro Misael, As margens do Cachoeira, estudos etnológicos sobre aquele região.
Da geração dos novos, Carlos Adauto Vieira com seu Aos domingos, crônica, alma litorânea flechando comportamentos; Iraci Schmidlin e Lucinda Boehm com análise do linguajar do “homo joinvilensis”, e Alcides Buss experimentando uma nova linguagem, com ressaibos de Guimarães Rosa e Mário Palmério.
De Blumenau até a 2ª Guerra muitos escritos em alemão. Após, destaca-se José Ferreira da Silva, a alma da publicação Blumenau em Cadernos; Bráulio Schloegel e Wilson Nascimento que, vindos das artes plásticas, emergiram para uma “literatura de noivos” através do zenbudismo; e Ricardo Hoffmann, autor revelação nacional de 1967 com A superfície, “uma história de alemães, segundo a minha experiência”.


Voltar