Antônio de Souza Melo e Alvim

 
Catarinense. Filho do Chefe de Esquadra Miguel de Souza Melo e Alvim e de dona Mauria de Proença Alvim. (Pensa Lucas Boiteux que foi frade). Abandonou, porém, o burel e amasiou-se com uma mulata, que deu vários filhos. Daí a sub-raça dos Alvim negroides. Era poeta inspirado. Entre suas poesias escreveu: A calúnia, 1850. O Jornal Novo Íris, da capital, publicou-a a 18 de novembro do mesmo ano.

(Walter Piazza. Revista Signo da ACL. Os patronos da Academia)

Poemas & Poesias

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