Harry Laus

 
 
Nasceu em Tijucas, SC, 1922. Escritor, jornalista, crítico de arte. Formado pela Academia Militar das Agulhas Negras(1946), serviu ao Exército até 1964, quando pediu transferência para a reserva, no posto de tenente-coronel. Em 1953 recebeu o prêmio Nicolau Carlos Magno com o ensaio teatral “Alguns habitantes de Ibsen”. Participa em 1956 da antologia “9 histórias reiúnas” (Biblioteca do Exército Editora, Rio, 1956). Autor dos livros de contos “Os incoerentes”, Prêmio Afonso Arinos da Academia Brasileira de Letras, 1958, e de “Ao juiz dos ausentes”(contos), 1961. Desde 1961 a 1967 é redator de artes, primeiro no Correio da Manhã e depois no Jornal do Brasil, para o qual cria em 1963 a exposição Resumo Jornal do Brasil. Autor, também de “Batalhão Sagrado”, “Monólogo da provação”, diário; “Roupa-Corpo-Roupa” e “O acidente”, peças teatrais. Foi selecionado para as antologias “Antologia do novo conto brasileiro (Editora Júpiter), “Histórias do amor maldito”(Editora Record). Foi membro da ABCA e da AICA(Associação Internacional de Críticos de Arte) e da Associação Brasileira de Escritores. De 1968/70 foi redator de artes da revista Veja; depois 1971, da revista Senhor. Como crítico de arte, foi membro do júri de diversos concursos, salões e bienais no Brasil. Publicou artigos e ensaios para enciclopédias e catálogos de exposições. Membro de júris, em 1975 volta a residir em Santa Catarina, atuando no setor de artes plásticas e retomando sua carreira de escritor. Publica “De como ser”-auto-biografia; “Monólogo de uma cachorra sem preconceitos”,novela; “Bis”, reedição dos dois primeiros livros; “O santo mágico”, novela; “Heptacronos”, páginas de diário; “As horas de Zenão das Chagas”, traduzido para o francês com o título de “Lês Réveils de Zénos de Plaies”. Idealizador do “Indicador catarinense de artes plásticas”, dirigiu pela segunda vez o Museu de Arte de Santa Catarina.Esteve na França onde teve seu segundo livro “Jandira”, traduzido como o anterior, por Claire Cayron publicado.Criou diversas galerias de arte. Incentivador das artes plásticas catarinenses, criou – juntamente com Sálvio de Oliveira - o Centro de Arte, em Bom Abrigo, Florianópolis, 1976.

Poemas & Poesias

Voltar