Rufino Porfirio Almeida

 
 
Nasceu em Orleans, SC, em 12 de julho de 1936, filho de Aroldo Álvares Almeida e Isaura Reich Almeida. Fez seus estudos básicos em Brusque e Florianópolis; cursou a Escola de Comércio São Luiz em Brusque e graduou-se em História pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Joinville. Em 1974 ingressou como professor do Departamento de História da UFSC, onde, também, realizou mestrado em História Econômica apresentando a dissertação “Um aspecto da economia de Santa Catarina – A indústria ervateira – O Estudo da Companhia Industrial(1979)”. Em 1985 concluiu doutorado na Universidade de São Paulo, defendendo a tese “A Empresa Comercial e Industrial Germano Stein S/A”(Estudo Histórico-Econômico-Financeiro de um Empresa Centenária). Escreveu o “Mercantilismo”, “A situação dos arquivos em Santa Catarina” , apresentado na reunião da SBPC, em 1975, e “Movimento operário em Santa Catarina – A greve de 1917 em Joinville”(RIHGSC, n. 4, 1982/3). Rufino pertenceu ao Instituto Histórico fazendo parte de sua diretoria como tesoureiro(1995/1997). Fonte: Revista do Instituto Histrórico, 3ª. Fase, n. 24, 2005. A professora Maura Soares assim comenta sobre o escritor Rufino: “O professor Rufino, de porte um tanto avantajado, com voz de barítono, era o tesoureiro da diretoria do Instituto Histórico onde colaborei durante cinco anos antes de fazer parte de sua diretoria. De temperamento alegre, brincalhão, estava sempre disposto a cumprir sua tarefa, como todos os que participavam da diretoria, graciosamente. Não se furtava em comparecer para realizar sua tarefa de tesoureiro, administrando a pobreza, pois o dinheiro era e é curto para as diversas tarefas daquele sodalício. Não encontrei citação de seu trabalho como organizador da obra que contou a história da CELESC. Sei que ele estava com uma equipe pesquisando e lhe disse que meu pai havia trabalhado na empresa por 30 anos, tendo sido Operário Padrão de Santa Catarina, em 1968, representando a CELESC. A alegria de Rufino emudeceu em 2005, ficando uma lacuna entre os colaboradores da instituição.”

Poemas & Poesias

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